E AQUI FICAM NOSSAS PALAVRAS LAVADAS, PARA QUE SE SEQUEM DE NOSSOS SENTIMENTOS.

sábado, 28 de julho de 2007

Ela procurava um príncipe

Horas de pupila dilatada, dores pelo corpo, mente cansada e uma bela noite mal dormida. Mesmo assim, acordei nesta tarde de sábado com disposição para quebrar o monopólio de postagens da Michelle e dar o ar da minha graça neste varal. É claro que devido ao meu estado psicofísico não tenho como escrever o que está em erupção pelas minhas costelas, mas o texto aí de baixo tem suas razões de ser.

Desconheço a autoria. Tudo começou com uma comunidade do Orkut que tem o nome bonitinho, uma foto bonitinha e o texto limãozinho.



"Ela sofria, ele nem ligava. Ela chorava, ele ria. Ela falava, ele não ouvia. Ele mentia, ela acreditava. Ela o esperava, ele não voltava. Ela queria coisa séria, ele só queria se divertir. Ela sorria pra ele, ele ria dela. Ela acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo para as outras. Ela queria pra sempre, ele só por um momento. Ela se entregava, ele evitava. Ela falava: eu te amo, ele apenas sorria. Ela ficava por conteúdo, ele ficava por quantidade. Ela procurava o príncipe, ele procurava a próxima. Ela queria-o, ele queria uma. Ele descobriu que ela era a única, ela descobriu que ele era só mais um.♥ "


- ela queria um príncipe
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25647600

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Asas de papel


Um dia a gente percebe o quanto fez e o quanto se perdeu no ar.
Descobre a sutil diferença entre acalmar um coração e doar um.
Percebe que seus heróis também são frágeis e que às vezes se esquecem de sorrir.
E por um acaso feito, deixa a lágrima inundar sonhos promissores, aqueles em que se busca o desfecho perfeito.
Um dia a gente descobre que caminhar é preciso, mas que as companhias do percurso são duvidosas.
Descobre, e lamenta, que nem todos têm luz no olhar, luz de paz.
Percebe que o tempo corre contra a vida e que a vida responde documentando tudo.
Somos transformados em histórias sem fim...
Um dia, ontem, amanha talvez; percebemos a trigueira diferença entre ser e estar. É preciso ser você. É preciso estar em você.
Lamentamos o fato de ter que aceitar que pessoas se vão. Mas que um pouco de cada uma delas preenche as lacunas de dor.
Entre roubar uma estrela e participar de uma constelação, prefira apenas poder admirá-las.
Pois são sábios os que amam calados, mais sábios são os que dormem sem dor. Porém, mais felizes os que alimentam a alma.
Encha-se de luz, renove-se brandamente, construa um novo caminho.
Acredite! Um dia serás o herói de outrem.

sábado, 30 de junho de 2007

Aquela velha mania do querer


Promessas
[texto original: Juliana Oliveira. Adaptação: Mi Laboissiere - porque a realidade é minha]

Um dia descobri que 70% dos sonhos não se realizam...
Falei que estava tudo bem pra esconder minha tristeza...
Um dia entendi que nem sempre os amigos são um porto seguro...
E, disse não na hora errada...
Um dia neguei um abraço... No outro, quis abraçar, mas você não estava mais aqui...
E, me arrependi do que não fiz...
Um dia julguei de forma errada...
E, questionei a Deus; e Ele me mandou calar, pois só assim poderia falar comigo...
Um dia quis respostas e encontrei o silêncio... Um dia busquei o silêncio e me afoguei no barulho...
Um dia vi que meus heróis eram pessoas comuns que também erram e quebram a cara...
E, tomei uma decisão errada, e mesmo assim não me arrependo dela...
Um dia chorei, no outro também..
E, ensaiei todo um discurso... No outro, entendi que um olhar vale mais que mil palavras...
Um dia me libertei... No outro, me prendi em minha própria liberdade...
Ri tanto, que descobri que era apenas uma fuga para o meu desespero...
Um dia perdi a fé... No outro, acreditei na luz... Aí, quis dormir e acordar no paraíso... No outro desisti, pois o tédio me envolveu...
Um dia gritei e ninguém me ouviu...
Um dia fingi ser perfeita... E você fingiu acreditar...
Abri minha janela, e por incrível que pareça não dei de cara com minha felicidade...

Um dia prometi... Mas descobri que não sou boa em cumprir promessas...

terça-feira, 26 de junho de 2007

Expressando meu lado quase jornalista. Parte II



A próxima do Governo: O Vale-escola

Governo Federal oferece benefício financeiro ao aluno que passar de ano. Não precisa aprender basta desocupar as cadeiras da rede pública.

Pesquisas realizadas pelo Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) mostram que a grande maioria dos estudantes brasileiros da rede pública passam pelo ensino fundamental sem, ao menos, aprender a ler um texto simples. Os dados mostram que apenas 4,8% dos alunos da 4ª série do ensino fundamental estão plenamente alfabetizados, 39,7% estão medianamente e 55,5% não estão corretamente alfabetizados.
A partir destes números preocupantes, esperamos que o comprometimento com a educação no país e solução para este desfalque venham do governo atual.
Para que as esperanças não se percam entre os livros da rede pública, o secretário e professor da SEMTEC (Secretario de Educação Media e Tecnológica), Antonio Ibañez Ruiz, se pronunciou a estudantes, professores, diretores de escola e representantes de sindicatos no último dia 13, sobre a proposta do governo federal em beneficiar financeiramente o aluno que completar o ciclo de ensino, sem repetir qualquer ano. Pois bem, atitudes que incentivem e ao menos despertem o interesse do brasileiro para uma das mais importantes vertentes responsáveis pelo futuro do país é valida, porém, está ficando claro para nós, brasileiros, que aos olhos do governo atual, o dinheiro longe de ser aquele que se ganha depois de um mês de suor ao rosto, é uma solução rápida para problemas de cunho social.
Ninguém lembrou dos que ao menos escrevem o próprio nome mesmo quando a idade avança, certamente não lembraram também dos estudantes abandonados que caminham quilômetros intermináveis arriscando as próprias vidas para freqüentar uma “escola”, mesmo porque aqui, em terras brasileiras, basta passar de ano e sacar o dinheiro no banco mais próximo.
E aí, vêm o senhor presidente, com toda a sua cúpula e distribui milhares de “vale-alguma coisa”, no intuito de calar bocas famintas. Aqui não se aprende, nem trabalha tão pouco estuda, apenas se vive de duzentos reais cedidos das malas que portam milhões, bilhões...
Porque não aplicar esta quantia na qualidade do ensino? E, porque não, proporcionar salários dignos de professores com duplas jornadas, já que o mínimo oferecido não cobre água, luz e aluguel.
O descaso com a educação não é diferente com o da segurança e nem com o da economia, é apenas uma fatia sufocada por engravatados que comandam o Brasil, sentados em bancos de ouro.
Acredito que a educação no país está sucateada e sem subsídios porque infelismente o brasileiro “relaxa e goza” na hora de votar.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Perdida com palavras

Gastei meu tempo mau-humorada, navegando num caldeirão de ódio. Sentia-me atormentada e paralisada. Pensei que qualquer coisa era possível de se esperar.

E esse tempo passou.

Não sei muito bem ao certo, mas aquela ferida profunda insiste em doer e não quer celar meus gritos sufocados na garganta. Meu universo é uma verdadeira sucessão de fatos novos e repetidos. Nada se cria, tudo se copia. É o clichê.

Não sei o que me fez pensar que um dia você olhar-me-ia com outros olhos. A ilusão é o refúgio daqueles dias vazios. Waters é meu analista.

Sejam bem-vindos ao nosso varal.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

O Dona Marta!! Põe cloro no balde!!!



"A ministra do Turismo, Marta Suplicy, deu nesta quarta-feira uma orientação bem-humorada aos turistas que enfrentarem filas nos aeroportos antes de embarcarem em viagens de férias e tentou minimizar os transtornos. "Relaxa e goza porque você esquece todos os transtornos depois ", disse durante o lançamento do Plano Nacional de Turismo 2007-2010."
Fonte: Folha Online


Até me faltam palavras para expressar tamanha revolta.
Bem humorada? Essa é a prova sobre o que a cúpula pensa dos problemas do país. No bom e velho Português claro: estão se c$#%¨&!!!
Certamente, o pai dela não ficou 6 horas no aeroporto esperando por um vôo atrasado. Como diria uma amiga, ela deve "relaxar" e muito, em um jatinho particular.
O individualismo deu lugar a Incompetência da política no país. Não que eu seja contra a mulher no poder, mas daí um comentário como este eu só tenho a lamentar, mas também, esperar o quê? Ela é petista!

terça-feira, 12 de junho de 2007


Meus queridos!

Neste dia 12 gostaria de apresentar-lhes uma música que conheci ha uns meses atraz e que merece a atenção de voces.

O vocal é doce e o fundo pesado, essa é a combinação perfeita pra expressar alguns momentos que agora preciso "lavar".

Então, lavado e pendurado, confira letra a seguir e o som no link.
Essa eu recomendo!
http://www.myspace.com/flayrock


Bem Distante
Flay
Composição: Flávia Coelho/ Rodrigo Caldas/ Henrique Tardin/ Blanch

Pode ser que eu não sofra tanto por você
Pode ser que o tempo ajude a te esquecer
Não é tão ruim
Seguir e olhar para frente

Diga-me o que fazer e não irei ouvir
Tenta me mostrar que eu não posso conseguir
Eu não vou deixar
Você falar o que sente

Ah, quero meu caminho ir além
Ah, não vou mudar por ninguém

Se eu te encontrar em outro lugar bem distante
Vou te mostrar o que passou em um instante
Sem você

Sentirei o gosto amargo de me despedir
E mesmo que tudo me prenda eu preciso ir
Faço por mim, vou aprender a ser livre

Antes que termine o dia só mais uma vez
Deixa eu te mostrar a falta que você me fez
Pode apostar, te levarei para sempre

Ah, quero meu caminho ir além
Ah, não vou mudar por ninguém

Se eu te encontrar em outro lugar bem distante
Vou te mostrar o que passou em um instante
Sem você